sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Discografia de Andre Matos

André Coelho Matos (São Paulo, 14 de setembro de 1971) é o ex-vocalista, pianista e compositor das bandas de Heavy Metal Angra, Shaman e Viper. Desde outubro de 2006 André Matos está trabalhando em uma banda solo com seu nome.

Na adolescência, André costumava se reunir com alguns amigos do bairro para, juntos, ouvirem suas bandas preferidas. Tudo começou como uma brincadeira, mas logo o interesse em aprender as músicas de seus ídolos se tornava sério e estaria formado o Viper.

O primeiro show do Viper aconteceu em 8 de abril de 1985 e André tinha apenas treze anos de idade. Também neste ano gravaram sua primeira Demo, intitulada “The Killera Sword”.

Logo o Viper foi descoberto e se tornou o grande expoente do heavy metal nacional. Desde então, André nunca mais parou de cantar (mas não tinha pretensão de ser um vocalista, seus instrumentos sempre foram o piano e teclado. Na verdade André foi escolhido porque era o “cantor menos pior de todos” e também porque fisicamente “lembrava de leve” a imagem do Bruce Dickinson).

Quando a banda decidiu mudar de estilo musical, André decidiu deixá-la. Ele, que se aprofundava a cada dia mais na música clássica, então estudando piano erudito, sentiu que suas idéias musicais já não eram como as do outros integrantes, que pensavam em fazer um som mais pesado e mais “cru”.

Neste tempo em que esteve longe dos palcos, André terminou seus cursos na faculdade de música, e além de tenor lírico e pianista, ainda constam em seu currículo a habilitação em Regência Orquestral e Composição Musical.

Em 1991 estava formado o Angra e já com o primeiro álbum “Angels Cry”, lançado em 1993, o grupo seria idolatrado no Japão e Europa.

André teve inclusive seu nome sondado para ingressar no Iron Maiden no lugar de Bruce Dickinson e ficou entre os 3 primeiros colocados na seleção Mundial.

Ainda no Angra, lança mais dois discos, “Holy Land” e “Fireworks”.

Em 2000, alegando divergências com membros da banda e problemas financeiros com o empresário e também editor da Revista Rock Brigade, Antonio Pirani, resolve sair da banda, mas não sai sozinho: André leva consigo Luis Mariutti e Ricardo Confessori. Os três se juntam ao guitarrista Hugo Mariutti (irmão de Luis), e formam a banda Shaman, com a qual lança no ano de 2002 o CD “Ritual”. Mais tarde o nome da banda foi mudado de Shaman para Shaaman, acrescentando apenas um “a” na primeira sílaba, para evitar possíveis problemas com direitos autorais com outras marcas.

Fora dos palcos desde abril de 2006, os integrantes vem curtindo merecidas férias após seis anos de muito trabalho com longas turnês. Em paralelo seus músicos não param e aproveitam essa pausa da banda nos mais variados projetos. O mais novo deles é apresentado agora por Hugo Mariutti.

Em 14 de setembro de 2006, é lançado o site oficial, www.andrematos.net, do músico. Em outubro sai uma nota divulgada pelo baterista Ricardo Confessori sobre o fim do Shaaman. Dias após, os demais músicos se pronunciam oficialmente através de uma carta aos fãs.

No entanto, foi feita uma apresentação surpresa durante o evento Live ‘N Louder Rock Fest dia 14 de outubro de 2006 com os ex-integrantes do Shaaman: André Matos, Hugo Mariutti, Luis Mariutti e Fábio Ribeiro, além do baterista Rafael Rosa e do guitarrista André Hernandez. Dias depois, é divulgado no site oficial de André Matos que essa banda é, de fato, o projeto solo do músico. Posteriormente, é colocada para download no site oficial do músico a faixa “Rio”, primeiro single da nova banda. O festival Live ‘N Louder é organizado por Paulo Baron, que já fora empresário do Shaaman durante os discos Ritual e RituAlive, após o sucesso rápido o mesmo foi posto de lado pela banda, quando assinaram contrato com a gravadora Universal. 22 de Agosto, André Matos lança seu disco Time To Be Free no japão (No Brasil a previsão de lançamento é em dezembro) e já alcança o segundo lugar em vendas no país, sucesso absoluto.

Informações:
Gênero: Heavy Metal
Periodo em atividade: 1985 - Atualmente
Orígem:  Brasil
Membros:
Andre Matos (Vocal)

Discografia:



Time to Be Free (2007)
Mentalize (2009)

Discografia de Planta e Raiz



Planta e Raiz é uma banda de reggae formada em 1998 e começou a carreira apresentando-se em feiras, casas noturnas e bares na capital e no litoral paulista, tocando covers de Bob Marley, Gilberto Gil e Edson Gomes. Em 2001, no palco da Via Funchal, fizeram o show de abertura para a banda que consagrou Bob Marley, The Wailers para uma platéia de 7000 espectadores em São Paulo.



2000 - Que Brota da Terra - Download
2002 - Este É O Remédio - Download
2004 - De Cara Pro Mundo - Download
2005 - Ao Vivo - Download
2007 - Qual É A Cara Do Ladrão  - Download
2010 - Manifestação Do Amor  - Download

Discografia de Sepultura

    Sepultura é uma banda brasileira de metal surgida em 1984, criada pelos irmãos Max Cavalera e Igor Cavalera em Belo Horizonte, Minas Gerais. É considerada a banda brasileira de maior repercussão no mundo. O Sepultura possui influências diversificadas, que vai desde o black metal e death metal, passando pelo thrash metal, até inspirações externas ao metal, como hardcore, música tribal africana e japonesa, música indígena, entre outros diversos estilos musicais.

baixar albuns do sepultura

Quando a maldição foi lançada, poucos imaginavam que aqueles despretensiosos garotos iriam voar tão longe. Como muitos sabem o SEPULTURA nasceu como uma brincadeira no começo dos anos 80 na cidade de Belo Horizonte. Mas o destino foi generoso, e não brincava, quando colocou no caminho do metal Paulo Jr. (baixo), Jairo Guedez (guitarra), Max (guitarra) e Igor Cavalera (bateria). O Death Metal Brasileiro ainda engatinhava quando o SEPULTURA lançou sua primeira gravação, o famoso split álbum BESTIAL DEVASTATION/SÉCULO XX (85), dividido com os conterrâneos mineiros do OVERDOSE. Músicas extremas como’‘Bestial Devastation’ e ‘Antichrist’ mostravam à que vinha a banda, e começava a crescer uma legião de fãs pelo Brasil. Após este primeiro passo, foi inevitável ao SEPULTURA realizar a grande experiência musical da banda de metal surgida do nada, um disco próprio. E nasceu MORBID VISIONS (86), um álbum memorável, apesar da produção precária. Como na gravação anterior há bons riffs e músicas, um exemplo é o hino ‘Troops of Doom’. O disco proporcionou o começo dos shows pelo Brasil, mas também a despedida de Jairo Guedez.

O SEPULTURA crescia com uma velocidade sem precedentes na cena brasileira. E conseguiram sem demora preencher a vaga deixada por Jairo, com o excelente músico Andreas Kisser, dotado de um estilo inovador e arrojado. Foi em seguida lançado SCHIZOPHRENIA (87), um álbum cheio de gás novo que logo tornou-se um marco do metal brasileiro devido á boa produção e músicas marcantes ( ‘Escape to the void’ e a instrumental ‘Inquisition Symphony’, entre outras). Em turnê, a banda foi escalada para tocar em lugares de difícil acesso, como Manaus no Amazonas.A partir deste ponto o SEPULTURA passou a despertar interesse mundial. O furor provocado pelo SCHIZOPHRENIA fez com que houvesse um lançamento pirata do disco por uma gravadora européia, que chegou á inacreditável marca de 30.000 cópias vendidas (porém sem a banda poder usufruir dos direitos autorais). Após a boa repercussão do disco de 1987, o SEPULTURA continuou a galgar os degraus da fama, assinando um contrato de longos anos com a gravadora Holandesa RoadRunner. Isso possibilitou à banda gravar aquele que veio a ser um dos discos mais respeitados da história do metal mundial. BENEATH THE REMAINS (89), é até hoje uma grande referência. Foi gravado no Brasil, e apesar do orçamento apertado trouxeram o produtor norte-americano Scott Burns. Ele foi uma peça fundamental devido á sua experiência. Proporcionou condições favoráveis de trabalho para a banda e os ensinou a trabalhar como profissionais, passando informações valiosas aos músicos iniciantes O produtor mixou e masterizou o trabalho em sua terra natal, algo inédito para uma banda de metal brasileiro na época.

Lançado o disco o SEPULTURA partiu para sua primeira turnê internacional, viajando pela Europa junto com os alemães do Sodom, Estados Unidos, e México. A banda chamou atenção por onde passou e seu nome despontou na mídia mundial. Nesta turnê encontraram uma de suas fontes de inspiração, Lemmy Kilmister e seu Motörhead, cruzaram o muro de Berlim ainda na época da guerra fria, e até conheceram o METALLICA (banda muito forte na época). Foi gravado nesta época o primeiro vídeo clipe do SEPULTURA, ‘Inner Self ‘, que tal qual ‘Mass Hypnosis’ e ‘Beneath the Remains’, tornou-se um clássico da banda.

A história continua com o disco ARISE (91). Curiosamente ele foi lançado antes no Brasil devido ao festival Rock in Rio II, no qual o SEPULTURA foi um dos destaques. Esta versão antecipada leva o título ARISE ROUGH MIXES. Logo a apresentação no Rio a banda promoveu um show gratuito em São Paulo na praça Charles Müller em frente ao estádio do Pacaembu. A audiência de aproximadamente quarenta mil pessoas mostra a força que o SEPULTURA já possuía. Infelizmente algumas pessoas confundiram o espírito de confraternização dos fãs, e um rapaz foi assassinado. Esta fatalidade criou um falso mito sobre o público da banda, que repercutiu por muitos anos negativamente fazendo com que muitos produtores de shows brasileiros temessem marcar shows com o grupo.

No exterior, por sua vez, a turnê do ARISE foi longa e passou por lugares longínquos e inéditos como Grécia e Japão. Na Austrália foi lançado um dos primeiros singles oficiais da banda, o ‘Third World Posse’. Outros singles deste álbum são ‘Under Siege’ e ‘Dead Embryonic Cells’.Na Holanda tocaram estrearam em um festival internacional de grande repercussão, o ‘Dynamo Open Air’, para mais de trinta mil pessoas. E atraíram mais de 100.000 fãs, nas duas apresentações feitas em estádios, quando estiveram na Indonésia. Lá também foram premiados com fitas cassetes de ouro pelas excelentes vendas.Gravaram os clipes de ‘Arise’ e ‘Dead Embryonic Cells’, e lançaram seu primeiro home-vídeo, ‘Under Siege’, que foi gravado em Barcelona, Espanha. Com todos estes acontecimentos ligados ao disco ARISE o SEPULTURA firmou seu nome mundo a fora.CHAOS A.D. (93) foi um dos passos mais importantes da história da banda. O SEPULTURA optou por um lado musical nunca antes explorado, misturando seu som brutal com elementos de música popular e com isto definiram a linha musical de vanguarda que se tornou sua marca registrada.O lançamento do CHAOS A.D. foi em grande estilo, em um castelo medieval na Inglaterra e com a presença de boa parte da imprensa mundial. O SEPULTURA foi capa de muitas revistas por todo o mundo. Nesta turnê a banda foi até Israel gravar o clipe da música ‘Territory’, também lançada como single. Este vídeo foi eleito o melhor Vídeo Clipe do ano pela MTV Brasil, que levou a banda á Los Angeles para receber o astronauta de prata. Outros clipes/singles tirados deste álbum foram ‘Refuse/Resist’ e ‘Slave New World’, e o home-vídeo ‘Third World Chaos’.

Nesta turnê o SEPULTURA foi a primeira banda de Metal da América Latina a se apresentar no famoso e tradicional festival “Monsters of Rock”, no Donington Park, Inglaterra. E também a primeira banda do Brasil a tocar na Rússia.De volta á terra natal a banda foi convidada a tocar no festival ‘Hollywood Rock’ só após um abaixo-assinado feito pelo fã clube oficial brasileiro. Isso devido ao boicote por parte dos organizadores do evento, amedrontados com o triste incidente em SP anos atrás.

Outro momento que deve ser registrado é o projeto paralelo de Max e Alex Newport, NAILBOMB, que teve o suporte de Andreas, Igor e Dino Cazares. A dupla lançou um disco, POINT BLANK, e se apresentou no ‘Dynamo Open Air’. O que resultou no Disco ao Vivo PROUD TO COMMIT COMMERCIAL SUICIDE, virando algo culto entre os fãs da banda.

A concepção do disco ROOTS (96) começou com a experiência musical e espiritual que o SEPULTURA teve com a tribo dos índios XAVANTES. A música ‘Itsari’ foi gravada na Aldeia Pimentel Barbosa no ano de 1995, ás margens do Rio das Mortes no Estado de Mato Grosso. Já o restante do álbum foram feitas em Malibu no estúdio Índigo Ranch, dotado de instrumentos de idade avançada, e fazendo da gravação a mais crua o possível.

Neste disco a banda mergulhou fundo nas experiências musicais. Os clipes/singles foram ‘Roots Bloody Roots’ gravado na cidade de Salvador; ‘Attitude’ que teve fotos de tatuagens de fanáticos por SEPULTURA como capa e contou com a participação especial da família Gracie no vídeo clipe. ‘Ratamahatta’ foi um clipe diferente de todos os anteriores do SEPULTURA, feito todo em animação gráfica computadorizada. Ainda foi lançado o disco duplo THE ROOTS OF SEPULTURA, no qual um dos discos conta boa parte da história musical da banda, e o segundo é o álbum ROOTS.

O SEPULTURA continuava fazendo suas incansáveis turnês pelo mundo, só que o ambiente interno era de desgaste. A banda foi convidada para se apresentar nos maiores festivais europeus, e novamente no ‘Monsters of Rock’ como uma das principais atrações. Porém o destino impediu Max de se apresentasse no festival, já que o grande amigo da banda, filho da empresária e afilhado do vocalista (Dana Wells) havia falecido. E em uma das mais importantes apresentações da carreira da banda o SEPULTURA estava como um trio. Neste dia contaram com a ajuda de diversos amigos para conseguir fazer o show, pois a notícia havia sido um grande choque para todos. O público presente entendeu a situação e fez um minuto de silêncio a pedido da banda, uma cena que dificilmente se repetirá com tamanha multidão.

Após um breve luto, o SEPULTURA precisou voltar a estrada, pois haviam muitos compromissos agendados. A banda estava no topo da pirâmide e o respeito e admiração que desfrutavam era fora do comum. Infelizmente os constantes desentendimentos com sua empresária Glória, que é esposa do Max, fizeram a banda chegar numa encruzilhada, e a Sepultribo se separou. Andreas, Igor e Paulo tinham a convicção de que a empresária já não estava mais os representando do jeito que deveria e comunicaram sua decisão de não renovar seu contrato de trabalho. Havia a opção de que ela continuar a cuidar dos interesses de Max. Ele não aceitou a decisão dos companheiros e abandonou o SEPULTURA, achando estar sendo injustiçado. A partir de então as trevas caíram sobre o SEPULTURA e o futuro era incerto.

Com o tempo a banda acostumou-se á nova situação imposta. Sabia que não iria parar o trabalho de uma vida toda dessa forma e tampouco podiam deixar seus fãs órfãos. O SEPULTURA é mais que entretenimento, é uma ideologia. E assim que puderam começaram a escrever seu próximo álbum, como um trio. Max formou sua própria banda (SOULFLY).

Igor, Paulo e Andreas passaram a escrever de uma nova forma. Agora o baixo ganhou uma importância ainda maior, como base das músicas. Andreas assumiu os vocais, mas nunca havia cantado antes e não se sentiu á vontade no posto. Decidiram encontrar um novo vocalista para o SEPULTURA.As fitas de demonstração chegaram em grande quantidade aos escritórios da Roadrunner, e o processo de seleção não foi fácil. Um pequeno grupo de finalistas foi selecionado, e os candidatos receberam uma fita com músicas nas quais deveriam trabalhar (inclusive escrevendo letras) antes de encontrarem a banda para os testes. Os testes finais aconteceram no Brasil, porque para fazer parte do SEPULTURA é imprescindível gostar do país e se identificar com a cultura local. Também foi levado em conta a integração e a afeição entre o grupo.

Desde o começo da procura, a voz e a aparência de Derrick Green impressionou. Quando ele esteve no Brasil para os testes sentiu-se em casa, virou Palmeirense, e se entendeu extremamente bem com a banda. Ele preenchia todos os requisitos necessários, e se tornou parte da família.

A maior parte das músicas já estava pronta, esperando a gravação dos vocais, e a banda estava sob pressão para lançar o disco, mas trabalharam buscando a perfeição. Em 1998 foi lançado AGAINST, um álbum empolgante, de composições e letras fortes. Muitos sentimentos foram traduzidos neste disco, o resgate da autoconfiança, a vontade da volta à estrada. AGAINST contou com a participação de amigos de longa data da banda. João Gordo em ‘Reza’ e Jason Newsted em ‘Hatred Aside’; e também o grupo de percussão japonês KODO hospedou a banda na ilha de Sado, onde vivem, e lá gravaram a faixa ‘Kamaitachi’.

Era chegada a hora de reencontrar fãs e deixar claro que as fofocas propagadas pela mídia (que anunciou o fim da banda) não passavam de grandes mentiras. O primeiro show do AGAINST foi um grande evento beneficente em São Paulo, o BARULHO CONTRA FOME. Apesar de feito vários shows com suas antigas bandas, o Derrick nunca havia se apresentado para um público tão fiel, exigente e numeroso como os fãs brasileiros do SEPULTURA. Para tanto a banda ensaiou tocando em uma casa de shows pequena em Los Angeles (Brick by Brick), usando o nome ‘TROOPS OF DOOM’.

O BARULHO CONTRA FOME foi um grande sucesso, que os 30.000 fãs presentes lembrarão para sempre. Convidados muito especiais tocaram aquele dia. Mike Patton veio da Itália para o show. Jason Newsted veio dos Estado Unidos. E os índios Xavantes enfrentaram a selva de pedra da metrópole. Carlinhos Brown veio da Bahia. Jairo Guedez matou as saudades da ex - banda, e o lendário Zé do Caixão abençoou a banda. A crítica e a empolgada audiência receberam calorosamente o Derrick na Sepultribo.

Saíram do AGAINST os singles ‘TRIBUS’, ‘AGAINST’ e ‘CHOKE’ (este último ganhou um vídeo clipe gravado durante o BARULHO CONTRA FOME). A turnê rodou o mundo todo e foi bem sucedida. O SEPULTURA tocou pela primeira vez com os gigantes do metal SLAYER, pondo fim ao mito sem fundamentos de que as bandas não se davam bem. E para a alegria dos fãs brazucas de longa data fizeram uma turnê nacional, após anos de espera.

Finda a turnê os quatro músicos estavam ansiosos para começar a trabalhar o próximo disco. A época do AGAINST será sempre lembrada como o oxigênio da carreira do SEPULTURA, inspirado quando mais precisaram e que lhes deu força para construir toda uma Nação.NATION (2001) é um álbum que já nasce vitorioso e brilhante, inclusive como disco de ouro. Andreas, Paulo, Derrick e Igor criaram um lugar utópico, para as pessoas que importam: fãs, amigos e famílias. A letra de ‘SEPULNATION’ é auto-explicativa, a música do SEPULTURA é sua arma, e eles a usam com destreza.

Graças á ajuda da vasta Sepultribo na Internet, a banda foi convidada para tocar na terceira edição do ROCK IN RIO. Lá o NATION foi apresentado á multidão de 150.000 pessoas, não havia um ser que não estivesse empolgado naquela memorável noite de janeiro (apesar de alguns veículos da imprensa nacional ainda não aprenderem a respeitar um dos maiores fenômenos da música brasileira, o mundo viu com certeza o poder de fogo que os espera). Entraram no palco ao som do hino ‘VALTIO’, feito com a colaboração dos músicos finlandeses do APOCALYPTICA.

Também colaboraram na Nação os músicos Jello Biafra e Dr. Israel, e quota pensamentos de gente brilhante (Madre Teresa de Calcutá, Albert Einstein, Gandhi e o 14o Dalai Lama).

O disco mostra um SEPULTURA maduro, cicatrizado e consciente. Resultado da estabilidade proporcionada por Derrick, que participou ativamente na composição do álbum. Seu crescimento na banda é explícito.

Informações:

Gênero: Death metal / Thrash metal / Groove metal

Origem: Belo Horizonte, Minas Gerais  - Brasil

Periodo em atividade: 1984 – atualmente

Discografia:

  

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Discografia de Natirruts

discografia natiruts
NATIRUTS - NATIVUS (1997) Download 
NATIRUTS - POVO BRASILEIRO (1999) Download 
NATIRUTS - VERBALIZE (2001) Download 
NATIRUTS - QU4TRO (2002) Download 
NATIRUTS - LUAU MTV (2003) Download 
NATIRUTS - SÉRIE RETRATOS (2004) Download 
NATIRUTS - NOSSA MISSÃO (2005) Download 
NATIRUTS - REGGAE POWER (2007) Download 
DJ MALBORO & NATIRUTS - ESTÚDIO COCA-COLA (2008) Download 
NATIRUTS - RAÇAMAN (2009) Download

Discografia de Robert Johnson


 
A carreira de Robert Johnson foi tão curta quanto influente. Tendo gravado apenas 29 músicas em apenas duas sessões de estúdio e uma música (Kind Hearted Woman) em uma apresentação de rádio, Johnson é responsável pela definição do som que seria uma das raizes para a criação do blues moderno e do rock and roll.

   Filho de lavradores, Robert Lee 
(Johnson era apenas um nome artístico) nasceu em 1911 no Missisipi, berço do blues americano e de fortes conflitos raciais. Trabalhou no campo até os 16 anos, quando resolveu seguir carreira artística tocando gaita e violão. Desde então não parou de viajar, tocando em todos os lugares em que pudesse, principalmente na rua.

Em sua curta carreira profissional, de 1936 a 1938, Johnson não conseguiu em vida nenhum reconhecimento comercial, tocando apenas em prostíbulos e inferninhos. Conseguiu, porém, reconhecimento dos companheiros músicos, tendo recebido ainda em vida o título de "The King of the Delta Blues Singers". Seu estilo diferente de tocar levou outros músicos a dizerem que ele havia feito um pacto com o diabo em troca de sua habilidade. A história do pacto foi ainda mais difundida após a gravação de músicas como Me and The Devil Blues e constantes confusões envolvendo espancamento de mulheres e sua morte misteriosa.

Robert Johnson morreu aos 27 anos, após se sentir mal em um show e passar três dias em estado de coma. A versão mais provável e difundida de sua morte foi a de que ele havia sido envenenado por uma amante ou por um marido ciumento. Embora fosse casado pela segunda vez
 (a primeira mulher havia falecido durante um parto) Johnson nunca havia abandonado a vida de farras. Também existem versões de morte por espancamento, apunhalamento e armas de fogo diversas, mas apenas a versão do envenenamento tem alguma credibilidade.

Em sua época Robert Johnson foi influência de alguns artistas de blues
 (Muddy Watters, entre outros) que por sua vez viriam a influenciar todos os artistas de rock que surgiriam na década de 50. Sua música foi novamente descoberta e gravada nos anos 60, sendo influência direta para bandas como Yardbirds, Cream, Led Zeppelin, Rolling Stones, The Who e inúmeros outros.

No início da década de 90 a obra completa de Johnson foi remasterizada e lançada com grande repercussão mundial, tendo sido finalmente reconhecida sua grande influência na música contemporânea.

Paralelamente ao relançamento de sua obra foi gravado um filme com Ralph Machio
 (o garoto de Karate Kid) relacionado a ele. O filme trata-se de uma alegoria sobre a vida de Johnson, abordando principalmente o seu provável pacto com o demônio, e tem a participação especial de Steve Vai. O filme chamado Crossroads (no Brasil A Encruzilhada) trata-se de uma boa fonte de referência para aqueles que queiram saber um pouco mais sobre o mito Robert Johnson.

Informações

Gênero: Blues
Periodo em atividade: 1936 até 1938
Origem: Hazlehurst, Mississippi
Link para download:
Mediafire
Informações adicionais
Senha para download : hmc